sábado, 6 de junho de 2015

A Compaixão de Moisés

Mas agora, eu te rogo, perdoa-lhes o pecado; se não, risca-me do teu livro que escreveste. (Êxodo 32:32)

Aquele povo era tão importante para Moisés que ele diz a Deus que era para riscar o seu nome do livro caso não fossem perdoados, ele colocou em jogo o seu futuro e o seu relacionamento com o Senhor (que era muito precioso) em prol de ajudar aquelas vidas. Seria semelhantemente se Deus aparecesse e lhe dissesse que somente você seria salvo dentre todos que conhece, e você respondesse que se todos não fossem salvos também não iria, aceitava ir para o inferno com eles. Quem colocaria a sua salvação em jogo por amor a um bando de gente sem conserto? Quem aceitaria ir para o inferno pelos pecados dos outros? A salvação é o desejo máximo de uma pessoa, troca-la em prol de ajudar pessoas erradas não é uma atitude normal, mas Moisés assim fez, entrou em juízo com Deus e preferiu interceder por eles, a viver só. Acredito que isso impressionou o Senhor, uma pessoa que não mediu recursos, tempo e esforço para ajudar ao próximo que dificilmente chegaria a terra prometida se não fosse as orações e intercessões dele, por isso existi uma gratidão a esse valoroso homem e ainda me rendeu um velotrol. O coração de Moisés era especial, não tratou aquela situação como um processo, mas antes teve compaixão daquelas pessoas e lutou por elas o quanto pode, foi líder, conselheiro e intercessor de um povo tendencioso para o mal, por quarenta anos aguentou as acusações e rebeliões e só teve o seu descanso após ver a terra sonhada e saber que eles entraram em segurança lá.

Trecho do meu novo livro "Misericórdia", saiba mais sobre as obras que Deus me deu em www.maisconsistente.com.br

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